sexta-feira, 29 de março de 2013

Procissão do encontro

No dia 26 deste mês nossa comunidade continuou celebrando os mistérios de Cristo na Semana Santa, nesse dia reunidos realizamos a Procissão do Encontro, onde meditamos o encontro de Jesus com sua Mãe no caminho do Calvário.

segunda-feira, 25 de março de 2013

60 anos!!!

Hoje a Paróquia Completa 60 anos de muito trabalho, muitas graças e bençãos derramadas sobre cada um dos fiéis que aqui trabalharam e ainda trabalham pelo bem do reino de Deus.

HISTÓRICO DA IGREJA MATRIZ NOSSA SENHORA APARECIDA


A história de nossa paróquia começa por um Cruzeiro, onde foi celebrada a 1ª Missa pelo Pároco de Valparaíso, Pe Mauro Eduardo. Neste mesmo local iniciou-se a construção da Capela Nossa Senhora Aparecida, pertencente a paróquia de Valparaíso até o ano de 1940.
Desta data até fevereiro de 1953, a comunidade religiosa laviniense pertencia a Paróquia de Mirandópolis: sendo que todas as atividades realizadas em Lavínia eram assentadas em registros na Paróquia de Mirandópolis. Dom Henrique Gelain, Bispo Diocesano de Lins, na época, tomando consciência de que a comunidade laviniense crescia a cada dia, resolveu em comum acordo com os srs. Padres Consultores da Diocese de Lins, decretar em 19 de março de 1953 a criação da Paróquia em Lavínia, que teria os seus cultos e atividades realizadas na Capela Nossa Senhora Aparecida,.
Precisamente aos 25 dias do mês de março de 1953, houve a instalação Oficial da Paróquia de Lavínia e posse do 1º Vigário, Padre João Leus. Neste dia houve missa campal com presença maciça de todos os fiéis laviniense e ainda Monsenhor Vítor Ribeiro Mazzei, vigário forâneo de Araçatuba, Monsenhor José Maria Pereira de Valparaíso, Monsenhor Epifâneo Ibanês de Mirandópolis (que até então atendia a nossa comunidade) e Monsenhor Luiz Gonzaga Pasetto;
Após a instalação da Paróquia em nosso Município, os responsáveis pela mesma, passaram a pensar na construção de uma igreja maior, pois a Matriz provisória onde se realizava os cultos estava pequena para comportar tantos fiéis que participavam deles. Foi aí que surgiu a comissão Pró-construção da Matriz, com os senhores: Ivo Tozzi, Dirceu José Magalhães, Dr. Fausto Boccia, José Casseb e Geraldo Barbosa. Em junho do mesmo ano já contavam com o terreno, capital inicial e a planta, e levaram ao conhecimento do Sr. Bispo Dom Henrique Gelain.
Em agosto de 1953, iniciou-se a construção do Novo Templo. Entre agosto de 1953 e março de 1954 construíram-se as paredes sem reboque e cobriu-se a Igreja. Nessa ocasião o povo prestou a sua contribuição fazendo mutirão para carregar as telhas inclusive doando-as.
Às nove hora e trinta minutos do dia 04 de abril de 1954, Dom Henrique Gelain, Bispo Diocesano de Lins, inaugurou solenemente, a nossa Igreja Matriz, em presença de mais de seis mil pessoas, autoridades locais de cidades vizinhas, como também Deputados e jornalistas. No mesmo dia Sr. Bispo administrou o sacramento da Crisma a 1281 pessoas. Ainda no mesmo mês, foi nomeada a comissão Paroquial, compostas dos Srs. Donato Orcioli presidente, Carlos Giometti secretário e Luiz Gonfiantini tesoureiro.
Até novembro de 1954, Padre João Leus conduziu a vida espiritual da comunidade laviniense com muita harmonia, muito progresso, pois ele deu grande apóio as Congregações religiosas existentes que eram: Marianos, Filhas de Maria, Apostolado da Oração, Catequistas, Cruzadas e Liga Católica. Padre João Leus, também se dedicou com afinco ao acabamento do prédio da Nova Igreja e também, introduziu as homenagens a Virgem Maria Imaculada, no mês de maio que permanece até hoje. No mencionado mês, Padre João Leus foi transferido para a Catedral de Cafelândia, deixando Lavínia para tomar posse em seu novo cargo.
Em oito de janeiro de 1955 foi nomeado o 2º Vigário o Revmo. Padre Luis Camargo Crescente, que já no dia seguinte iniciou com muita disposição os trabalhos da Paróquia.
Em fevereiro o Padre Luis Camargo Crescente juntamente com a Comissão Pró-construção da Matriz realizaram Campanhas e festas a fim de angariar fundos para o término da construção. No início de março de 1955 foi realizada a Campanha do metro quadrado pra revestimento das paredes da Igreja. Em abril desse mesmo ano, foram doadas as imagens à Igreja por pessoas da comunidade e também foram comprados 70 bancos. Em maio foi feito o assoalho da sacristia com madeira que em parte foi comprada e outra parte doada pelo Sr. Colesi. Durante cinco meses trabalharam os pedreiros para terminar a Igreja por dentro (inclusive ladrilhos). Terminaram em fevereiro de 1956. Na quaresma de 1956 adquiriram-se os quadros da Via-Sacra, oferecidos pelo povo. Nesse mesmo ano foi feito o embolsamento de todo o telhado, o beiral e forro da sacristia .
Aos quatro dias do mês de agosto de 1956 foi transferido o Padre Luis Camargo Crescente para a Paróquia de Andradina e tomou posse Padre Cesare Toppino na presença do Padre Oswaldo Lima e de uma grande multidão de fiéis.
Padre Cesare Toppino de início aprimorou as atividades religiosas retomando a construção da Igreja em junho de 1957, com a construção das torres. Um grupo de abnegados, chefiados pelo Sr. Osvaldo Pedro pediram abatimento no preço de oitenta mil tijolos para a Senhora Cecília Cunha Bueno e filhos que presentearam a Igreja com os referidos tijolos. Trinta caminhões buscaram o presente, que foram recebidos pelo povo e autoridades com grande festa. Assim em 16 de agosto de 1957, o Sr. Anselmo de Marchi demarca o local onde seriam construídas as duas torres e aí se começam os trabalhos da construção.
Nos anos de 1958 e 1959 pouco se fez. Só depois de 1960 é que foi possível o acabamento externo das torres.
Em 1961, é realizado pelos Srs. Ivano Junqueira e Dr. Paulo Augusto Goloni uma Campanha para a compra dos relógios que foram instalados em junho do mesmo ano.
Durante a permanência do Pe Cesare em nossa comunidade, foram também comprados ventiladores, aparelhos de alto falantes e reformas em nossa Igreja.
Pe. Cesare foi um sacerdote zeloso que não media esforços para o bem do seu rebanho. Realizava com muita devoção o mês de maio em louvor à Nossa Senhora, atendia a mais ou menos 60 famílias, com alimentos que vinham da Cáritas , o Natal dos pobres, a Escola Paroquial e o Jardim da Infância, o Asilo São Vicente de Paulo, atendia também as Capelas da Mimosa, Buenópolis, Santa Maria, Tabajara e por bom tempo o Bairro do Bicudo. Foi pioneiro em solicitar, ao Sr. Bispo, Ministros da Eucaristia e no dia 10 de agosto de 1972 foi concedido à provisão para 04 pessoas.
Depois de 20 anos de participação ativa, de dedicação completa, sem medir esforços para o bem espiritual desta comunidade, perdemos no dia 28 de janeiro de 1976, o estimado Pe. Cesare Toppino. Nesse dia ele rezou missa às 19h e entre 20 e 21 horas, sofreu um enfarto vindo a falecer. No dia 29, no enterro, na presença do Sr. Bispo Pedro Paulo Koop e de muitos padres, foi realizada missa de corpo presente.
A história continua com os seguintes padres:
Padre Patrício Soares de 1976 a 1981,
Padre Lourenço Doyle de 1981 a 1983,
Pe Alberto Reis Mendes e Padre Carlos Roberto Santana da Silva entre 1983 a 1987,
Padre Antonio Tadeu de Godoi, 1988 a 1994,
Padre José Arnaldo Bravalheri de 1994 a 1996,
Padre José Manoel Messias de maio a novembro de 1996,
Padre Georg Bornimann de dezembro de 1996 a julho de 1997,
Padre Erasmo Marcolino da Silva de fevereiro a julho de 1997,
Padre José Carlos Guabiraba de Oliveira de julho de 1997 a abril de 2000,
Padre Devanir Ramos Fernandes de abril de 2000 a março de 2002,
Padre Adriano Rodrigues de março de 2002 a setembro de 2003,
Padre Sérgio Pereira de Oliveira de setembro de 2003 a agosto de 2004
Padre Devanir Ramos Fernandes de agosto 2004 a janeiro de 2006
Padre Orivaldo Pereira Filho de janeiro de 2006 a junho de 2008
Padre Fernando Stanichischi de junho de 2008 a janeiro de 2010, Pe. Davi e Diácono Alexandre. Durante este período tivemos também a colaboração dos padres David de Murutinga do Sul e Alexandre.
Todos trabalharam para a grandeza de uma paróquia fortalecendo-a na fé e na perseverança e também na preservação e no melhoramento do Templo e de outras dependências, para acolhermos melhor os fiéis católicos.
E neste mês de março, precisamente dia 25 de 2013, a Paróquia Nossa Senhora Aparecida, completa seus 60 anos. Temos como pastor Padre José Arlindo de Oliveira que conduz esse rebanho com muita fé, muito carinho e dedicação.
Parabéns comunidade cristã laviniense.
Ivanilde Cíguelo

terça-feira, 19 de março de 2013

Patrono Universal da Igreja


São José, depois de Maria, é o maior de todos os Santos


O Papa Pio XI, em 08 de dezembro de 1870, proclamou São José Patrono Universal da Igreja, disse: “Entre São José e Deus não vemos e não devemos ver senão Maria, por sua divina Maternidade”. “São José, depois de Maria, é o maior de todos os Santos”.
Em 1956, o Papa Pio XII (1939-1958) instituiu a festa de São José Operário, a ser celebrada em rito duplo de primeira classe no dia 1º de maio, Dia Universal do Trabalho.
São Mateus afirma em seu Evangelho que São José “era um homem justo” (Mt 1,19). Isto, na linguagem bíblica, significa um homem repleto de todas as virtudes, de santidade completa, perfeito. Jesus quis ter um pai na terra: O anjo do Senhor, aparecendo-lhe em sonho, diz-lhe: “José, filho de Davi, não temas receber Maria, tua esposa, pois o que ela concebeu é obra do Espírito Santo” (Mt. 1,20).
Coube a São José a grande honra de dar o nome ao Filho de Deus humanado. O Anjo lhe disse: “Ela dará à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo de seus pecados. Tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que o Senhor falou pelo profeta” (Mt 1, 21-22).
Em uma aparição a Santa Margarida de Cortona, disse Jesus: “Filha, se desejas fazer-me algo agradável, rogo-te não deixeis passar um dia sem render algum tributo de louvor e de bênção ao meu Pai adotivo São José, porque me é caríssimo”.
Santo Afonso de Ligório (†1787), doutor da Igreja, garantia que todo dom ou privilégio que Deus concedeu a outro Santo também o concedeu a São José.
São Francisco de Sales (†1655), doutor da Igreja, diz que “São José ultrapassou, na pureza, os Anjos da mais alta hierarquia”.
São Jerônimo (†420), doutor da Igreja, diz que: “José mereceu o nome de “Justo”, porque possuía de modo perfeito todas as virtudes”.
São Bernardo (†1153), doutor da Igreja: “De sua vocação, considerai a multiplicidade, a excelência, a sublimidade dos dons sobrenaturais com que foi enriquecido por Deus”.
Se São José foi escolhido para Esposo de Maria, a mais santa de todas as mulheres, é porque ele era o mais santo de todos os homens. Se houvesse alguém mais santo que José, certamente seria este escolhido por Jesus para Esposo de Sua Mãe Maria. Nós não pudemos escolher nosso pai e nossa mãe, mas Jesus pôde, então, escolheu os melhores que existiam.
São Francisco de Sales disse ainda: “Oh! que divina união entre Nossa Senhora e o glorioso São José; união que tornava José participante de todos os bens de sua cara Esposa e o fazia crescer maravilhosamente na perfeição, pela contínua comunicação com Ela, que possuía todas as virtudes em grau tão alto, que nenhuma criatura o pode atingir”.
Testemunho de Santa Teresa de Ávila (†1582), doutora da Igreja, devotíssima de São José. No “Livro da Vida”, sua autobiografia, ela escreveu:
“Tomei por advogado e senhor ao glorioso São José e muito me encomendei a ele. Claramente vi que dessa necessidade, como de outras maiores referentes à honra e à perda da alma, esse pai e senhor meu salvou-me com maior lucro do que eu lhe sabia pedir. Não me recordo de lhe haver, até agora, suplicado graça que tenha deixado de obter. Coisa admirável são os grandes favores que Deus me tem feito por intermédio desse bem-aventurado santo, e os perigos de que me tem livrado, tanto do corpo como da alma. A outros santos parece o Senhor ter dado graça para socorrer numa determinada necessidade.”
“Ao glorioso São José tenho experiência de que socorre em todas. O Senhor quer dar a entender com isso como lhe foi submisso na terra, onde São José, como pai adotivo, o podia mandar, assim no céu atende a todos os seus pedidos. Por experiência, o mesmo viram outras pessoas a quem eu aconselhava encomendar-se a ele. A todos quisera persuadir que fossem devotos desse glorioso santo, pela experiência que tenho de quantos bens alcança de Deus…De alguns anos para cá, no dia de sua festa, sempre lhe peço algum favor especial. Nunca deixei de ser atendida”.
No Evangelho consta que São José era carpinteiro: “Não é este o filho do carpinteiro?”(Mt 13, 55). Mas a expressão é mais genérica, pois diz “filius fabri”, quer dizer, filho de artesão.
A vocação de São José foi a de representante do Pai Eterno junto a seu Filho Unigênito na terra. Por isso os autores místicos o chamam de “Sombra do Pai Celeste”; um privilégio especial só a ele concedido. Isto nos faz lembrar a palavra que diz: “Eu sou o Senhor, esse é meu nome, a ninguém cederei minha glória, nem a ídolos minha honra” (Is 42,8).
São Basílio Magno (330-369), doutor da Igreja, diz: “Ainda que José tratasse sua mulher com todo afeto e amor e com todo o cuidado próprio dos cônjuges, entretanto se abstiveram dos atos conjugais”(Tratado da Virgem Santíssima, BAC, Madri, 1952, p. 36).
Papa Leão XIII disse na Encíclica Quamquam pluries: “Muitos Padres da Igreja, de acordo com a Sagrada Liturgia, acreditam que o antigo José, filho do Patriarca Jacó, tenha figurado a pessoa e o ministério do nosso São José, e simbolizado, com o seu esplendor, a grandeza e a glória do futuro Custódio da Sagrada Família.”
Eis o que diz a respeito São Bernardo, doutor a Igreja: “Lembra-te do grande Patriarca vendido para o Egito, e sabe que ele não só lhe herdou o nome, mas imitou-lhe também a castidade, mereceu-lhe a inocência e a graça. E se aquele José, vendido por inveja dos irmãos e conduzido ao Egito, prefigurou a venda de Cristo, o nosso José, fugindo da inveja de Herodes, levou Cristo para o Egito”.
Papa João Paulo II: “Precisamente em vista da sua contribuição para o mistério da Encarnação do Verbo, José e Maria receberam a graça de viverem juntos o carisma da virgindade e o dom do matrimônio. A comunhão de amor virginal de Maria e José, embora constitua um caso muito especial, ligado à realização concreta do mistério da Encarnação, foi todavia um verdadeiro matrimônio” (cf Exort. Apost. Redemptoris custos, 7).
São José é o patrono da boa morte: Santa Teresa, narrando a morte de suas filhas, devotas do Santo, dizia:
“Tenho observado que, no momento de exalar o último suspiro, gozavam inefável paz e tranqüilidade; sua morte assemelhava-se ao doce repouso da oração. Nada indicava que estivessem interiormente agitadas por tentações. Essas divinas luzes me libertaram o coração do temor da morte. Morrer parece-me agora o que há de mais fácil para uma alma fiel”.

Prof. Felipe Aquino

quinta-feira, 14 de março de 2013

HABEMUS PAPAM!!!


Rezemos pelo Santo Padre Francisco, que o Espírito Santo desça sobre ele e assim ele seja a melhor escolha para Igreja.

quarta-feira, 13 de março de 2013

HABEMUS PAPAM!!!

Já temos Papa! Rezemos em agradecimento a Deus por tão grande dádiva, na 5ª votação o Papa foi escolhido.

terça-feira, 12 de março de 2013

A primeira 'fumaça'


Cidade do Vaticano (RV) - Exatamente às 17hs34min desta terça-feira, 12 de março, as portas da Capela Sistina foram fechadas dando início ao Conclave. 

A cerimônia de juramento e o ‘extra omnes’ (todos fora), concluíram a celebração desta tarde que iniciou às 16hs30min com a procissão na Capela Paulina até a Capela Sistina, enquanto os Cardeais entoavam a Ladainha de Todos os Santos. Após entrarem no local do Conclave, os Cardeais eleitores cantaram o ‘Veni Creator’,invocando o Espírito Santo. A partir de então, todas as atenções se voltaram para a chaminé instalada no telhado da Capela Sistina, à direita da Basílica de São Pedro
Uma multidão de fiéis, jornalistas e curiosos começou a encher a Praça São Pedro desde o final da tarde para acompanhar através de telões o ingresso dos Cardeais na Capela Sistina. O mau tempo em Roma não afastou os presentes, que com seus guarda-chuvas coloridos produziram um espetáculo à parte. Todos estavam com grande expectativa de olho na chaminé, aguardando o resultado da primeira votação da tarde, e, do Conclave.
Para a alegria da multidão, às 19hs41min desta terça-feira saiu a primeira fumaça do Conclave, arrancando exclamações e aplausos dos presentes. Era preta e abundante. Exalou por mais de minutos. O fato de ter sido preta não foi motivo de nenhuma tristeza ou decepção para os presentes na Praça ou que acompanhavam através das imagens geradas pelo Centro Televisivo Vaticano ou pelas centenas de redes televisivas presentes em Roma para acompanhar o Conclave.
A forma como é realizada a eleição dos Papas, cercada de segredos e com rituais que atravessam séculos, enche de mistério todo o processo, que acaba se tornando um acontecimento planetário, não somente pela universalidade da Igreja Católica, mas pela peculiaridade destes ritos. A fumaça que sai pela chaminé instalada no telhado da Capela Sistina, indicando ou não a eleição do novo Pontífice em determinada votação, é um dos exemplos disto.

Rezemos pelo Conclave, e pela Santa Igreja



Rezemos todos pela eleição do novo Santo Padre. Peçamos para que o Espírito Santo derrame suas bênçãos sobre os cardeais para que estejam aptos para a melhor escolha para a Santa Igreja, que a Virgem Maria Santíssima esteja intercedendo por eles e acima de tudo pela igreja que está se preparando para receber essa decisão importante e necessária.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Veja os cardeais que participarão do conclave

Veja aqui uma lista dos cardeais que a partir do dia 12/03/2013 estarão reunidos para a escolha do novo Santo Padre.

Conheça os cardeais que elegerão o novo papa

Conclave terá início no dia 12 de março

2013-03-08 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV)– A oitava Congregação Geral do Colégio dos Cardeais, encerrada no final da tarde desta sexta-feira, decidiu que o Conclave para a eleição do novo Pontífice terá início na próxima terça-feira, 12 de março de 2013.

Pela manhã, na Basílica de São Pedro, será celebrada a Missa ‘pro eligendo Pontifice’ e na parte da tarde a entrada dos Cardeais na Capela Sistina, para o Conclave.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Sé Vacante e as Congregações Gerais


2013-03-04 Rádio Vaticana
Cidade do Vaticano (RV) - A partir das 20h da última quinta-feira teve início a “Sé vacante” que indica o intervalo de tempo entre o fim de governo da Igreja por parte de um Papa e a eleição do seu Sucessor. Mas o que se verifica neste período?
“Sé vacante” ou “Vacância da Sé Apostólica”, nestes dois modos se define o período particular que a Igreja está vivendo na espera da escolha, no Conclave, do novo Pontífice. Um tempo regulado segundo as disposições da Constituição Apostólica “Universi Dominici Gregis” emanada em 22 de fevereiro de 1996 por João Paulo II.
O governo da Igreja, no período de Sé vacante, é confiado ao Colégio cardinalício chamado resolver somente as questões ordinárias e a preparar a eleição do novo Papa. Nos cargos permanecem algumas figuras-chave como o Carmerlengo da Santa Romana Igreja, o Penitencieiro Mor, o Cardeal vigário geral para a Diocese de Roma, o Cardeal arcipreste da Basilica Vaticana e o Vigário geral para a Cidade do Vaticano.
Mantêm os seus cargos o substituto da Secretaria de Estado, o Secretário para as Relações com os Estados e os secretários dos Dicastérios da Cúria Romana, como também os núncios apostólicos. Após a comunicação do decano do Colégio cardinalício, os purpurados presentes em Roma são chamados a participar de duas especiais Congregações. 
A Congregação geral compreende também a presença dos cardeais não-eleitores, se realiza na Sala Nova do Sínodo e é presidida pelo Cardeal Angelo Sodano, Decano do Colégio Cardinalício. Durante tais encontros se estabelecem uma série de decisões antes do Conclave como por exemplo; predispor os locais da Domus Sanctae Marthae, onde se hospedarão os cardeais – os quartos serão assinalados através de sorteio – e da Capela Sistina para as operações relativas à eleição. Os cardeais são chamados também a escolher entre eles “dois eclesiásticos que espelham doutrina, sabedoria e autoridade moral” que deverão realizar “ponderadas meditações sobre os problemas da Igreja”; estabelecer depois a data e hora de início do Conclave; inutilizar o anel dos pescador e os carimbo de chumbo do Pontífice precedente.
Na Congregação particolar se reúnem o cardeal camerlengo da Santa Romana Igreja e três cardeais – um pela ordem dos bispos, um pelos presbíteros e outro, pelos diáconos – sorteados entre os eleitores. Estes últimos têm a tarefa de assistir a Congregação particular nos serviços ordinários sobretudo durante a eleição. O cargo dura três dias, e depois e se procede a um novo sorteio. (SP)

Oremos Pela Santa Igreja


Visite esta página cadastre-se e ore também pelos cardeais.

sábado, 2 de março de 2013

Entenda o que acontece durante a Sé vacante


Saiba o que acontece durante a Sé vacante, o que os católicos devem fazer neste período e como fica a menção do Papa durante a Missa
André AlvesDa redação
Entenda o que acontece durante a Sé vacante
“A Igreja está unida [...] e implora de Deus o novo Papa como dom da sua bondade e providência”, diz a Constituição Universi Dominici Grecis (Foto: Arquivo)
A partir das 20h (Roma) desta quinta-feira, 28, a Igreja Católica iniciou seu período de vacância, devido à renúncia do Sumo Pontífice, Bento XVI, anunciada no último dia 11. A Sede vacante é o termo oficial da Igreja utilizado pra denominar o período em que a função de Papa fica vaga.
A Constituição Apostólica Universi Dominici Gregis trata das normas e orientações para este período de vacância, assim como da eleição de um novo Papa. A carta foi escrita pelo Papa Beato João Paulo II, em 2 de fevereiro de 1996.
De acordo com o documento, a Sede vacante deve durar exatos quinze dias, podendo ser estendidos para vinte, em caso de extrema necessidade. Esse prazo é oferecido para que os cardeais resididos em diversas partes do mundo possam se deslocar à Roma, a fim de participarem da reunião que elege o sucessor do último Papa – o Conclave.
No entanto, a Santa Sé publicou nesta segunda-feira, 25, a carta apostólica em forma de Motu Proprio (de iniciativa própria) do Papa Bento XVI com algumas modificações relativas à eleição do Papa. Entre as alterações, está a possibilidade, facultada aos cardeais, de antecipar o Conclave.
Segundo o mesmo Motu Proprio, a decisão pelo Colégio Cardinalício, deve considerar que todos os cardeais tenham chegado à Roma para o início da eleição papal. O mesmo documento dá ainda a possibilidade de se prolongar o início da eleição por alguns dias, se houver motivos graves.
O governo da Igreja
A Constituição explica que, durante o período de vacância, a Sé Apostólica fica sob o governo do Colégio dos Cardeais somente para o despacho dos assuntos ordinários ou inadiáveis. Ao mesmo tempo, os cardeais não têm poder ou jurisdição alguma no que se refere às questões da competência do Sumo Pontífice.
O mesmo documento também destitui dos cargos de presidência todos os cardeais que estejam como responsáveis por Pontifícios Conselhos, assim como o Cardeal Secretário de Estado, Cardeais Prefeitos e membros de tais conselhos.
De acordo com a Universi Dominici Grecis, cinco cardeais continuam desempenhando seus trabalhos durante a Sé vacante: o chamado Camerlengo da Igreja Romana, o Penitenciário-Mor, o Cardeal Vigário Geral para a diocese de Roma, o Cardeal Arcipreste da Basílica do Vaticano e o Vigário Geral para a Cidade do Vaticano. Estes continuam a despachar os assuntos ordinários, submetendo ao Colégio dos Cardeais o que deveria ser submetido ao Papa. As demais funções continuam no que é da sua jurisdição.
Os fiéis católicos e o período de vacância
A Constituição Universi Dominici Grecis considera que a vacância e o Conclave não são fatos isolados do Povo de Deus e reservado apenas ao Colégio dos eleitores. Segundo a mesma, trata-se, em certo sentido, de uma ação de toda a Igreja. Por isso, os fiéis estão convocados a se unirem em orações pelos acontecimentos que permeiam a Fé Católica durante esse período.
O parágrafo 84 da Constituição, cita: “Durante a Sé vacante, e sobretudo no período em que se realiza a eleição do Sucessor de Pedro, a Igreja está unida, de modo muito particular, com os Pastores sagrados e especialmente com os Cardeais eleitores do Sumo Pontífice, e implora de Deus o novo Papa como dom da sua bondade e providência.”
Sendo assim, João Paulo II escreve: “Estabeleço, portanto, que, em todas as cidades e demais lugares, ao menos naqueles de maior importância, após ter sido recebida a notícia da vacância da Sé Apostólica, [...] se elevem humildes e instantes preces ao Senhor (cf. Mt 21,22; Mc11,24), para que ilumine o espírito dos eleitores e os torne de tal maneira concordes na sua missão, que se obtenha uma rápida, unânime e frutuosa eleição, como o exigem a salvação das almas e o bem de todo o Povo de Deus”.
A menção do Papa durante a Missa
As orações eucarísticas rezadas durante as Missas mencionam o nome do Santo Padre, assim como, o do Bispo diocesano. Na Sé vacante, a orientação da Igreja é que o nome do Pontífice seja omitido, rezando apenas pelo Bispo diocesano. Veja como exemplo a Oração Eucarística II do Missal Romano:
“Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade, [omite-se: ‘com o Papa...’ e segue-se] com o nosso Bispo (N.), e todos os ministros do vosso povo.”
“A menção do Papa na liturgia não tem significado somente de súplica por ele, mas também de comunhão, de união da Igreja com o Santo Padre. Assim só se pode celebrar a Santa Missa porque há comunhão com o Bispo de Roma”, explicou padre Paulo Ricardo em seu site pessoal.
O período de vacância segue até que, da “varanda das Bençãos” – no centro da Basílica de São Pedro, no Vaticano – se ouça o anúncio: Habemus Papam (temos um Papa). A data para o Conclave ainda não foi divulgada, mas com o início da Sede vacante, os cardeais já começam a trocar ideias sobre o início da votação.
Veja mais informações sobre a Sé Vacante no vídeo com padre Paulo Ricardo, sacerdote da Arquidiocese de Cuiabá